LIFE IS HUGE, YES IT IS!

AND SHE’S BACK.
“Life Is Huge”, written and composed by Rita Redshoes, é o nome da nova canção de Rita Redshoes, o primeiro single do novo álbum, previsto editar no próximo mês de Outubro.

“Esta canção andava cá dentro há mais tempo do que devia, sendo que “dentro” é sítio que não sei precisar onde fica. Ainda não lhe ouvia as notas todas, tinha apenas umas frases soltas numa folha. Até que numa manhã de Março, ao piano, tomou conta das minhas mãos e roubou-me toda a atenção de que dispunha.“, descreve Rita Redshoes.
“Inicialmente sorri e achei que a estava a escrever de forma certeira para uma amiga que tem pressa em viver. Horas depois, quando a terminei, percebi que era um recado para mim; é que me esqueço facilmente que a história de uma vida só é contada no fim.”

O 4.º álbum de Rita Redshoes foi gravado em Berlim e na produção contou com a condução de Victor Van Vugt, produtor do seminal disco de Nick Cave, “Murder Ballads”  e do disco de Beth Orton, “Trailer Park”, vencedor do prestigiado Mercury Prize.
Para além dos já citados Nick Cave e Beth Orton, o produtor australiano já trabalhou com nomes como P.J. Harvey, Depeche Mode, The Fall, Billy Bragg ou Einsturzende Neubauten, só para citar alguns.

INFORMAÇÃO RETIRADA DAQUI.

DE VOLTA À ESCOLA – hoje com informações que podem ser úteis

deixarfilhonaescola.jpgEste será o 5º ano consecutivo em que sou encarregada de educação de alunos na Escola da Palhaça. Este ano, tal como no ano passado, terei dois filhotes neste estabelecimento: um que inicia o pré-escolar  (Salomão) e outro que início o ensino básico (Sebastião). O primeiro filho a fazer de mim uma pessoa “(en)carregada de educação” foi o Salvador. Este ano voa para Aveiro e dá o pontapé de saída no 2º ciclo na Escola João Afonso. Ao longo da sua frequência do 1º ciclo não tenho nada de relevante a apontar sobre incidentes ou aspetos que me tenham desagradado ao ponto de merecerem registo escrito. Sinto, inclusive, que somos uns sortudos: temos uma escola com ótimas condições, temos tido a sorte de ter pessoas muito boas e profissionais competentes e além disso, esta escola está numa Vila que tem a capacidade de ser generosa e mobilizadora em torno de várias questões, entre elas a educação (e sublinhe-se que a escola tem uma associação de Pais – os Kotinhas – bastante ativa).
Se podíamos fazer mais?
Claro que podíamos…mas isso fica ao critério de cada um. Isso e o poder de decidir. Passar a vida a criticar é que não leva a lado nenhum, gera sentimentos negativos entre todos e envelhece (a sério)…além de que não deixa de ser um péssimo exemplo para os nossos filhos.
Vale sempre a pena recordar e aplicar a todas as situações a velha máxima de Ghandi:  Seja a mudança que você quer ver no mundo.

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Como ontem foi dia de reunião no CENTRO ESCOLAR DA PALHAÇA e voltei a sentir que a comunicação continua a ser um dos principais problemas de nós todos, gostava de dar o meu contributo para que outros pais se sintam menos perdidos e mais esclarecidos.
Este encontro foi convocado pelo Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro para todos os encarregados de educação e contou com a Diretora do Agrupamento de Escolas, Júlia Gradeço, com a Vereadora do pelouro da educação, Elsa Pires, e nele foi apresentado o corpo docente e não docente da escola.
É compreensível que por estes dias haja alguma ansiedade entre pais e crianças, estamos perante mais um início ou recomeço, consoante os casos. Eu que já sou repetente em várias matérias, levo tudo com calma. Confio que quem está a gerir sabe o que está a fazer e faz certamente o melhor com as condições que dispõe. E é por aí que devemos seguir: contribuir para o melhor. Reconhecendo e elogiando o bom e criticando construtivamente, nos locais e momentos adequados, o que poderá ser melhorado. Tem sido essa a nossa postura enquanto encarregados de educação.
Resta-me desejar (antes de passar ao essencial deste post): BOM ANO LETIVO PARA TODOS NÓS!

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Amigos e compinchas
MAS VAMOS AO QUE INTERESSA!
Porque me parece que às vezes há alguma dificuldade em procurar ou aceder a informações relacionadas com A ESCOLA e COM OS SERVIÇOS prestados, quer pela AUTARQUIA quer pelo AEOB, partilho aquilo que sei (e espero que esteja tudo correto; alguma sugestões/alteração será bem vinda) para este ano letivo de 2016-2017.
Espero ajudar com as informações que aqui partilho e a outros a quem se passe palavra:
No Centro Escolar da Palhaça funciona o pré escolar e o 1º ciclo; no presente ano letivo vai funcionar com 2 salas de pré-escolar e 5 turmas de 1º ciclo, num total de 137 alunos. A coordenadora do estabelecimento mantém-se a Educadora Eva Vidal que, para além do corpo docente (2 educadoras, 5 professores titulares, professores de apoio e professores das Atividades de Enriquecimento Curricular  – AEC’s   – e das atividades promovidas em AAF), conta com 6 assistentes operacionais.
Para se manterem informados sobre o que acontece no agrupamento (e na escola) os encarregados de educação tem diversos canais (além das comunicações que eventualmente pdoerã ir recebendo via correspondência);
Diretamente com o pessoal que trabalha na escola: quando deixa e recolhe o seu educando;
Nas informações afixadas no Centro Escolar;
Na página do agrupamento de Escolas http://www.aeob.edu.pt (podem ainda inscrever-se no moodle, em http://moodle.aeob.edu.pt/
Acompanhando a página do AEOB no facebook: https://www.facebook.com/aeobairro Contacto AEOB (sede) AEOB 234 748 227 Contacto Escola Palhaça 234 752 588
escolaNo que diz respeito aos serviços prestados pela Câmara Municipal: Serviço de Refeições, Atividades de Animação e de Apoio à Família (AAF) e Candidatura para Apoios Municipais, no âmbito do Ensino Pré-Escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico, podem consultar as informações no seguinte endereço: https://www.cm-olb.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=29086 ou pedir algum esclarecimento e/ou expor dúvidas através do seguinte email educação@cm-olb.pt ou diretamente no Balcão de Atendimento Geral das 9h00 às 16h30 de segunda a sexta.
A escola tem ainda uma Associação de Pais – Associação de Pais da Escola Básica da Palhaça – Os Kotinhas – com página na net https://www.facebook.com/Kotinhas/about/?entry_point=page_nav_about_item&tab=page_info. E é neste órgão em que nós pais podemos e devemos contribuir de forma positiva e colaborativa para a escola!

NUMA DE RAP…

Com as (más) notícias desta manhã, voltei ao DILLAZ de ontem ao final do dia. Mas em vez da SAUDADE  que ontem me introduziu a este rapper  recorro ao HOMEM DA SIRENE. Valentes. Ai se não fossem eles… que seria de nós e do nosso país? Grata pela vida de todos. Ou como diz o Salomão, desde que estivemos no quartel em agosto, a agradecer e entregar água e fruta: “Quero dar um abraço aos bombeiros”.

«Nascido no Zambujeiro, desenvolvido na Madorna. Dillaz para os ouvintes, Chapz para os do bairro, André para os chegados, filho para a minha mãe», assim se descreve o próprio. Com Vulto, Zeca & Spliff constitui os M75, mas a solo já se vai aventurado e com reconhecimento, diga-o Valete, com quem já dividiu o palco por duas vezes. Editou duas mixtapes, um EP e o recente «Reflexo» e actuou em vários festivais. Inspira-se em música de diferentes proveniências para, com filtros bem apurados, explodir hip-hop de inegável qualidade. Conta já com uma legião de fãs nas redes sociais.

Dillaz integra a programação da Festa da Juventude que acontece de 15 a 17 de setembro no Parque dos Pinheiros Mansos, em Oliveira do Bairro.

DE UM VERÃO QUE PERDURA [I]

BonsSons_instalacaoQueria mesmo muito  (d)escrever sobre o Bons Sons 2016. Sobretudo de forma original e poética. Mas não consigo.  Enquanto a minha vontade de voltar à escrita não faz a reentré de férias, resta-me partilhar um texto que me veio parar ao email nas leituras pós Bons Sons e que subscrevo na íntegra (infra) .
De facto, aqueles 4 dias na Aldeia de Cem Soldos foram dos melhores dias das férias de 2016 (ou não fossem as férias o melhor do ano): descontraídos e relaxantes sem miúdos; especiais porque ir ao Bons Sons é participar de um festival diferenciador, com o qual nos identificamos; bem acompanhados numa aldeia com um ambiente incrível e uma programação à medida da nossa vontade e curiosidade (Vera Mantero, Cristina Branco, Isaura, Jorge Palma, Fandango, Carminho, Deolinda, Grutera, Birds Are Indie e Lula Pena, entre outros…que nos encheram as medidas).
O Bons Sons é mesmo um lugar a que já chamamos casa (e esta foi a nossa 3ª participação) onde se convive com muito boa música, mas também com os melhores petiscos, com um público muito boa onda e a sensação de estarmos onde devíamos estar. A viver a aldeia.
BonsSons_ConcertosInesqueciveisBons Sons 2016: um lugar a que já chamamos casa

Uma tasca com ar decadente que se balança entre o punk e o fandango, numa festa que parece durar para sempre. Poiais alheios que vão servindo de bancos improvisados, entre vasos de plantas ou flores de caule bem levantado. Quintais que, durante quatro dias, se transformam em restaurantes improvisados, que vão do caldo verde ao bacalhau à lagareiro. Velhotes que espreitam às janelas e saem para a rua, revisitando uma juventude que há muito ficou para trás. Pistolas de água e borrifadores que, momentaneamente, devolvem a frescura numa espécie de São João tardio. Um café, de nome Tonita, poiso para os aficcionados da bola e, este ano, dos Jogos Olímpicos.
Quem estiver habituado ao circo festivaleiro urbano, vai dar por si perdido num mundo – neste caso uma aldeia – sem marcas. É certo que, em Cem Soldos, os copos de plástico têm o selo da Super Bock e, quem quiser esconder a cabeça de um calor bem para lá dos 30 graus, pode sempre servir-se de um chapéu de palha da EDP, disponível em pequenas montanhas numa das bancas de merchandising. Porém, no que toca a alimentar o estômago e a matar a sede, não há aqui sinal de grandes corporações. O território é o dos produtos locais, que vão do mouchão aos pães com farinheira ou, para os mais dados ao espírito açucareiro, um festim diabético constituído barrigas de freira, pampilhos de ovo ou de chocolate – modernices – e outros doces conventuais à moda de Tomar.
No ano em que chegou à décima edição – que decorreu entre 12 e 15 deste mês -, o Bons Sons encheu orgulhosamente o peito e mostrou por que motivos é um festival único. Uma experiência em modo de epifania que cruza gerações, mobiliza uma aldeia inteira e oferece aos visitantes uma viagem libertadora que, vai-se a ver, ainda conta com uma bela banda-sonora.
O fado manteve-se como a aposta principal, mas a diversidade de estilos e de géneros musicais continua a imperar. Nos dois dias em que o Deus Me Livro foi viver a aldeia ficaram alguns momentos a marinar no canal auditivo: Da Chick, rainha incendiária do funk com laivos de hip hop, de língua afiada e com a rebeldia em ponto de rebuçado; Isaura, habitante do território melancólico onde nada gente como os Daughter ou os The XX, uma voz que se saboreia como um rebuçado; White Haus, com uma costela bem arrancada aos LCD Soundsystem, exímios na arte de tecer beats dançantes tocados pelo rock.

Num país onde os festivais de música crescem como cogumelos selvagens, o Bons Sons marca a diferença de várias formas: pela vertente familiar, pela geografia participativa, por apostar na música portuguesa como dínamo provocador de risos, palmas ou ancas em espírito olímpico. Quem por cá passa terá sempre o desejo de voltar no ano seguinte, a um lugar que facilmente começará a ver como casa. Até para o ano Cem Soldos!”

TEXTO DE RETIRADO DO SITE Deus Me Livro

 

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FOMOS AO FESTA

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Os 3 manos na sua primeira experiência de misturas de Som & Luz

Em OVAR havia FESTA (3ª edição). E nós que adoramos festa – Festival Internacional de Artes de Rua – não podíamos desperdiçar esta oportunidade totalmente gratuita, com uma programação muito interessante. Assim, depois de consolados os miúdos num programa de piscina durante a manhã, aproveitámos o sábado de brisa fresca na cidade e deixámos-nos deambular, pelas ruas de Ovar, entre música, oficinas, performances e instalações artísticas. Surpreendeu-me não ver tanto público como a programação merecia…talvez pelo fim da tarde e noite aparecessem mais pessoas…
De destacar a instalação performance da Circolando. Muito interpelativa para pequenos e graúdos!
Festa_Ovar2016_6Três instalações e três performances constituem ÁGUA – o mais recente trabalho da circolando – abordagem muito provocadora que entre outros aspectos distribuiu água da sanita, borrifa-se literalmente para nós e convidara-nos a celebrar (ironicamente) a destruição da terra pelo homem…Festa_Ovar2016_4O incrível mundo das criações da Companhia Circolando com o seu mais recente projeto (instalação e performance/teatro): ÁGUA.Festa_Ovar2016_3Festa_Ovar2016_2A curiosidade deteve-os por mais tempo, espreitando a diversidade com a Ciência à Solta na cidade | Oficinas do Mundo Científico.Festa_Ovar2016_5Muito mais interessante e desafiante que jogos eletrónicos, tablets, Fifas e Cartoons Networks foram os jogos interativos das caixas mágicas com as histórias das “Viagens do Senyor Tonet (ES).Festa_Ovar2016_7A curiosidade levou-os de jogo em jogo até à conquista final: espreitar a história que cada caixa guardava!